terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vívido!


Que o suave farfalhar das assas desse meu poema

Alcance-te as vísceras

Pois é visceral o que te conto hoje

Em um canto sublime



Alcance-me a serenidade

Enquanto afasto de mim a culpa.

Pois sou

Paz, calor e santidade

Em meio a meu olhar de amor

Para todos os que de amor renascem

Todos os dias

Com o canto dos pássaros.



Sinto.

Velo

E choro.

O amor enrustido.

Que morre sem tempo de se expressar.

Pois amor é como o canto que te conto hoje.

Suave sublime e visceral.



Sinto me hoje,

Mais completo que ontem.

Mais vivo que nunca.

Mais sincero que os que se calam,

Por medo ou por culpa.

Sinto o doce cheiro de amar.

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